Trabalhos 
Científicos

8 a 12 de outubro
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RELATO DE CASO

ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA

USG01

SÍNDROME DE OHVIRA (HEMIVAGINA OBSTRUÍDA E ANOMALIA RENAL IPSILATERAL), UMA RARA CAUSA DE DOR ABDOMINAL AGUDA

CARVALHO PIRES, THIAGO (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS)
CRISTINA DE OLIVEIRA MENEZES, TEREZA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS)
HENRIQUE SILVA, MARCELO (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS)
BARBOSA DOS REIS FILHO, MARCIO (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS)
A síndrome OHVIRA (acrônimo de Hemivagina Obstruída e Anomalia Renal Ipsilateral), anteriormente conhecida como síndrome de Herlyn-Werner-Wunderlich, é uma anomalia […]

A síndrome OHVIRA (acrônimo de Hemivagina Obstruída e Anomalia Renal Ipsilateral), anteriormente conhecida como síndrome de Herlyn-Werner-Wunderlich, é uma anomalia congênita rara do trato urogenital envolvendo dutos de Müller e estruturas Wolffianas, caracterizada pela presença de uma malformação uterina, classicamente relatada como útero didelfo, uma hemivagina obstruída causada por um septo vaginal e a associação de uma anomalia renal (mais comumente agenesia renal) ipsilateral à obstrução. Tem uma incidência estimada em 1 por 2000 a 1 por 28000 mulheres. Pacientes com essa anomalia geralmente se apresentam após a menarca com dor pélvica e/ou massa e raramente, em anos posteriores, com infertilidade primária. A suspeita clínica e o conhecimento dessa anomalia são essenciais para um diagnóstico preciso. Paciente de 13 anos admitida com dor abdominal infraumbilical em cólica iniciada há dois dias. Relatava menarca aos 11 anos com ciclos regulares, ausência de sexarca. Histórico de disgenesia renal à direita em acompanhamento com nefrologia. Levantada a hipótese de ureterolitíase sendo solicitada ultrassonografia abdominal que demonstrou rim direito displásico com saco hidronefrótico residual em sua topografia, presença de duplicidade da cavidade endometrial e coleção de conteúdo heterogêneo no canal vaginal. Ressonância magnética da pelve foi realizada demonstrando útero septado completo associado a septos vaginais complexos e provável hematocolpo à direita. Encaminhada para o bloco cirúrgico onde foi confirmado os achados, realizada septostomia com saída de secreção amarronzada fluida e feita inserção de molde vaginal. A síndrome OHVIRA deve ser considerada entre os diagnósticos diferenciais em mulheres jovens com anomalias renais que se apresentam com massa pélvica, sintomas de abdome agudo e/ou retenção urinária aguda. Profissionais de saúde que atendem pacientes com diagnóstico de malformações renais devem estar cientes da possibilidade de anormalidades uterinas e vaginais associadas. Sendo o inverso também verdadeiro. A investigação deve incluir exame vaginal, ultrassonografia ou ressonância magnética pélvica. O encaminhamento a um cirurgião ginecológico ou pediátrico para septostomia vaginal deve ser realizado, a fim de diminuir o risco de complicações, como endometriose e infertilidade.

RELATO DE CASO

ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA

USG02

FETO INTRAVESICAL: UMA CONSEQUÊNCIA RARA DAS FÍSTULAS VESICOUTERINAS.

MARIA CÉLIA FRANCO ISSA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU ( FMB - UNESP))
SHINOMIA, SUZANA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU ( FMB - UNESP))
HERNANDES ANTUNES, PAULO EDUARDO (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU ( FMB - UNESP))
PEREIRA BIGHETI, CARINA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU ( FMB - UNESP))
QUILICI MILLEGO, RAQUEL CRISTINA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU ( FMB - UNESP))
FERREIRA BAILÃO , GABRIELA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU ( FMB - UNESP))
Fístulas vesicouterinas representam a mais rara forma de fístulas urogenitais, correspondendo de 1 a 4% dos casos. Mais rara ainda […]

Fístulas vesicouterinas representam a mais rara forma de fístulas urogenitais, correspondendo de 1 a 4% dos casos. Mais rara ainda é sua presença associada a migração do feto para o interior da bexiga urinária. Ao nosso conhecimento, apenas cinco casos foram relatados na literatura, sendo este o sexto. O caso é de uma paciente de 38 anos, tercigesta, uma cesárea prévia há 03 anos e um aborto há 01 ano, sem necessidade de esvaziamento uterino, com ciclos menstruais irregulares, lesão vesical vegetante não neoplásica (seguimento interrompido), sem outras comorbidades conhecidas. No começo de junho, iniciou quadro álgico em hipogastro, sendo investigada ambulatorialmente. Ao primeiro exame sanguíneo, apresentou teste de gravidez negativo, mas com a persistência do quadro e histórico relatado de cisto ovariano, foi realizada ultrassonografia transvaginal e constatada gestação tópica compatível com 12 semanas (s) e 01 dia (d). Devido a manutenção da dor e saída de coágulos de sangue pela uretra, procurou serviço de saúde novamente, sendo diagnosticada infecção urinária. Fez uso de nitrofurantoína por 07 dias, mas 01 dia após o fim do tratamento, apresentou sensação de pressão vesical intensa e extrusão de “pé” fetal pelo canal uretral. Em novo atendimento médico, ultrassonografia transvaginal evidenciou óbito fetal extra-uterino (topografia de canal vaginal) compatível com gestação de 14s 02d, sendo paciente internada em serviço externo para realização de preparo de colo uterino com misoprostol. Após 04 comprimidos inseridos, houve saída parcial do concepto pelo canal uretral, primeiramente de forma espontânea e posteriormente com assistência médica, sendo realizada a curetagem uterina. Foi então encaminhada ao nosso serviço com a suspeita de fístula vésico-uterina, avaliada por equipe de ginecologia e obstetrícia e por urologia, e como estável clinicamente, sem sangramentos e com diurese clara espontânea, realizada tomografia computadorizada de abdômen com contraste. Nesta observou-se conteúdo heterogêneo intravesical, compatível com feto único de 5,9cm, e trajeto fistuloso uterino, ao nível do istmo, com a bexiga urinária. Optado por abordagem cirúrgica emergencial, foi realizada cistoscopia com visualização de fístula istmo-vesical de aproximadamente 1,5cm, e laparotomia exploratória com fistulectomia, cistorrafia, cistostomia, e histerectomia subtotal. Paciente evoluiu bem durante internação, com retorno ambulatorial sem queixas genito-urinárias.

ENSAIO ICONOGRÁFICO

ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA

USG03

CISTO DERMOIDE OVARIANO EM 3 PERSPECTIVAS

CIDADE FRANÇA FERRACINI, ISABELA (HOSPITAL BENEFICÊNCIA PORTUGUESA DE SÃO PAULO)
BEZERRA MAKSOUD, SOFIA (HOSPITAL BENEFICÊNCIA PORTUGUESA DE SÃO PAULO)
BEZERRA NOBRE, VINICIUS (HOSPITAL BENEFICÊNCIA PORTUGUESA DE SÃO PAULO)
YUKARI HIEDA TAKAHASHI, FERNANDA (HOSPITAL BENEFICÊNCIA PORTUGUESA DE SÃO PAULO)
FOLCHINI FOREST, ANDREA (HOSPITAL BENEFICÊNCIA PORTUGUESA DE SÃO PAULO)
Introdução (importância e interesse): Os teratomas são tumores de vários tipos histológicos com origem nas células germinativas, podendo ser de […]

Introdução (importância e interesse):
Os teratomas são tumores de vários tipos histológicos com origem nas células germinativas, podendo ser de tecidos maduros ou imaturos. O cisto dermoide é um teratoma ovariano maduro, sendo o mais comum entre eles. A ultrassonografia (US) é uma ferramenta importante na sua avaliação, sendo a via endovaginal de alta acurácia nesses casos. Três características para seu reconhecimento são comumente descritas: múltiplas bandas finas e ecogênicas (causadas por pelos na cavidade do cisto), protuberância arredonda e hiperecóica que se projeta na cavidade do cisto frequentemente produzindo sombra acústica densa posteriormente, e bolas intracísticas que flutuam dentro da massa sebácea. Apesar de todo esse conhecimento, nem sempre o tumor é identificado com facilidade, provocando dúvidas ao examinador, já que existe uma variedade de aparências de imagem que apresenta por conta de seu conteúdo sebáceo e focos de calcificação. Na tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética (RM) o diagnóstico pode ser mais simples, já que essas modalidades são mais sensíveis para gordura.
Os tipos menos comuns de teratomas ovarianos, como os teratomas imaturos e os monodérmicos, são menos explorados na literatura de imagem. Frequentemente se apresentam no US como sendo heterogêneos, mas como lesões inespecíficas, o que dificulta a sua distinção com os teratomas maduros. Quando há a possibilidade de avaliação com outros métodos de imagem, o componente gorduroso do maduro é mais facilmente identificado, corroborando nessa diferenciação entre os tipos de teratomas.
Reconhecer a aparência de um cisto dermoide ovariano no ultrassom é extremamente útil, mas ter a perspectiva do tumor nos três recursos de imagem e se familiarizar com suas características nesses diversos métodos também é significativo para o radiologista, fornecendo um diagnóstico mais preciso e auxiliando a descartar hipóteses de lesões tumorais semelhantes.
Descrição do material apresentado:
Neste ensaio é apresentado imagens de um caso em que foi diagnosticado um cisto dermoide em ovário esquerdo através de exame ultrassonográfico endovaginal complementado com Doppler colorido. Além, são expostas imagens tomográficas e da ressonância magnética da pelve que foram realizados com outra finalidade, mas que passaram a complementar e corroborar o diagnóstico determinado anteriormente, já que ambas exibiam características típicas de um teratoma ovariano maduro.

RELATO DE CASO

ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA

USG04

TORÇÃO ANEXIAL EM PUÉRPERA SECUNDÁRIO A VOLUMOSA FORMAÇÃO CÍSTICA

LEMOS, ARTHUR EMMANUEL DE SOUSA FONTES (IMIP)
MACEDO, JOSÉ FABRICIO (IMIP)
MINODA, ALEXANDRE MAKOTO (IMIP)
BARBOSA, SAMAYA SHELDAN LOPES (IMIP)
Torção anexial é definida como a torção, por pelo menos uma volta completa, do ovário, da tuba uterina ou de […]

Torção anexial é definida como a torção, por pelo menos uma volta completa, do ovário, da tuba uterina ou de ambos, em torno de uma linha central constituída pelo ligamento infundibulopélvico e pelo ligamento tubo-ovariano. Embora seja uma causa rara de dor pélvica no pós-parto e possua variadas características de imagem, seu reconhecimento e a restauração do fluxo sanguíneo são importantes para evitar danos irreversíveis no ovário. O presente relato apresenta um caso de torção anexial em puérpera evoluindo com volumosa formação cística abdominopélvica.
A torção anexial é uma emergência cirúrgica com frequente atraso diagnóstico decorrente do quadro clínico inespecífico e das variadas características de imagem. Consiste em uma etiologia rara de dor pélvica aguda que pode ser encontrada em qualquer idade, com prevalência estimada em 2,5% a 7,4% (3).
Diversos fatores podem predispor à torção anexial, inclusive malformações e comprimento excessivo o ligamento utero-ovariano. Qualquer aumento do peso anexial também pode ser uma causa. Dessa forma, os cistos ovarianos, principalmente os cistos dermoides, são os principais responsáveis pela torção anexial (2, 3).
Outras causas importantes incluem a estimulação ovariana, cirurgias pélvicas, gravidez e puerpério imediato, este sendo o único fator causal no presente caso. No pós-parto, o deslocamento dos anexos decorrente da involução fisiológica do útero e do relaxamento dos tecidos, aumenta a mobilidade de possíveis cistos ou massas anexiais, e, consequentemente, o risco de torção anexial. Os tumores ovarianos apresentam risco de 8% de torção no período pós-parto (2).
A ultrassonografia é a principal modalidade de imagem para avaliação da torção ovariana. Os achados ultrassonográficos incluem um ovário de dimensões aumentadas, folículos deslocados perifericamente com estroma central hiperecogênico, ovário posicionado na linha média, lesão ovariana coexistente, líquido livre na pelve, falta de fluxo venoso ou arterial e um pedículo vascular torcido. Frequentemente, em até 73% dos casos, existe uma lesão anexial complexa ou massa abdominopélvica, que pode ser predominantemente cística, sólida, ou ambos (4).
No nosso caso, o diagnóstico radiológico no pré-operatório possibilitou o estabelecimento de tratamento imediato. A laparotomia foi escolhida devido ao grande volume de massa e foi optada pela realização de salpingo-ooforectomia.

RELATO DE CASO

ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA

USG05

CORRELAÇÃO CLINICORADIÓLOGICA PARA O DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CORIOCARCINOMA.

GARCIA, LALESKA FAINA (HOSPITAL DAS CLÍNICAS SAMUEL LIBÂNIO)
ALMEIDA, CRISTIANE CAMARGOS (HOSPITAL DA CLINICAS SAMUEL LIBÂNIO)
ASSUNÇÃO, PABLO ANDALÉCIO COSTA GONTIJO (HOSPITAL DAS CLINICAS SAMUEL LIBÂNIO)
Introdução: O coriocarcinoma corresponde a uma apresentação maligna originária de uma proliferação anormal do epitélio trofoblástico placentário, ocorrendo em 1: […]

Introdução: O coriocarcinoma corresponde a uma apresentação maligna originária de uma proliferação anormal do epitélio trofoblástico placentário, ocorrendo em 1: 30.000 gestações, caracterizado histologicamente por invasão do miométrio. Na maioria dos casos são originadas de gestações molares. Representa uma entidade clínica extremamente rara e a mais agressiva dentre as neoplasias trofoblásticas gestacionais. No coriocarcinoma, as invasões vasculares são precoces, resultando em metástases à distância. Nesses casos, o estudo feito com a ultrassonografia transvaginal, a radiografia de tórax e a tomografia computadorizada é fundamental para manejo clínico e para a escolha do tratamento, pois em muitos casos, as pacientes se encontram assintomáticas. Descrição: Paciente A.C.S.P, 14 anos, sexo feminino, cor branca, solteira, procedente de Pouso Alegre, em acompanhamento no departamento de Ginecologia/Obstetrícia desde 16/05/2021 devido sangramento do primeiro trimestre, com hipótese diagnóstica de mola hidatiforme. Paciente sem sintomas de sangramento vaginal. Após a realização de três curetagens uterinas, apresentava beta-hcg de 108.090,00 (25/06/2021). No ultrassom transvaginal (24/05/2021) foi evidenciado uma imagem hiperecogênica de limites mal definidos, com áreas císticas de permeio, com intenso fluxo central e periférico ao estudo Doppler colorido e medindo cerca de 3,6 x 3,4 x 4,0 cm com volume aproximado em 26,4 cm³, localizado em cavidade endometrial. Na tomografia de tórax (16/06/2021), evidenciou-se múltiplos nódulos pulmonares sólidos randômicos pelo parênquima, sugestivos de implantes secundários. Na biópsia do pulmão (25/06/2021), constatou-se a presença de coriocarcinoma originado de mola completa. Dessa forma, a paciente deu entrada ao setor de oncologia para submeter-se ao tratamento quimioterápico.
Discussão: Diante desse caso clínico, observa-se o ultrassom como sendo a primeira linha de exame de imagem para a complementação diagnóstica do coriocarcinoma em pacientes assintomáticas e com beta-hcg em ascensão. Através desse recurso é possível sistematizar uma linha de diagnóstico e de tratamento, colaborando para um diagnóstico precoce e com maiores chances de cura.

ENSAIO ICONOGRÁFICO

ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA

USG06

SINAIS ECOGRÁFICOS DA ADENOMIOSE: ENSAIO PICTÓRICO

FERREIRA MELO AGUIAR, LIANNA RÉGIA (UNINTA)
FERRO DE ARAÚJO, NAIARA (UNINTA)
MENDONÇA RABELO, FERNANDA (UNINTA)
MENDES MONT' ALVERNE NETO, JOSÉ (UNINTA)
GOMES SEVERIANO, ANA ROBERTA (UNINTA)
SANTOS PALHETA, MICHEL (UNINTA)
A adenomiose é definida como a presença de glândulas endometriais ectópicas e estroma dentro do miométrio. É uma doença do […]

A adenomiose é definida como a presença de glândulas endometriais ectópicas e estroma dentro do miométrio. É uma doença do miométrio interno e resulta da infiltração do endométrio basal no miométrio subjacente. A ultrassonografia transvaginal e a ressonância magnética são as principais modalidades de imagem para o diagnóstico dessa doença. A assimetria da espessura das paredes uterinas, cistos intra miometriais, ilhas hiperecogênicas intra miometriais, miométrio com sombreamento em formato de leque, sinais de interrupção da zona juncional são os achados ultrassonográficos mais frequente para estabelecer a presença de adenomiose. A adenomiose pode aparecer como uma forma difusa ou focal. Neste artigo foram ilustrados os achados ultrassonográficos de adenomiose com o objetivo de difundir a importância desses sinais para o diagnóstico dessa doença.
Palavras-chave: Adenomiose difusa; Adenomiose focal; Adenomiose; Ultrassonografia transvaginal; miométrio.
Adenomyosis is defined as the presence of ectopic endometrial glands and stroma within the myometrium. It is a disease of the inner myometrium and results from infiltration of the basal endometrium into the underlying myometrium. Transvaginal ultrasound and magnetic resonance imaging are the main imaging modalities for the diagnosis of this disease. The asymmetry of the thickness of the uterine walls, intramiometrial cysts, hyperechogenic intramiometrial islands, myometrium with a shading fan shape, signs of interruption of the junctional zone are the most frequent ultrasound findings to establish the presence of adenomyosis. Adenomyosis can appear as a diffuse or focal form. In this article, ultrasound findings of adenomyosis were illustrated in order to disseminate the importance of these signs for the diagnosis of this disease.
Keywords: Diffuse adenomyosis; Focal adenomyosis; Adenomyosis; Transvaginal ultrasound; myometrium.

ENSAIO ICONOGRÁFICO

ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA

USG07

STEP-W CLASSIFICATION FOR SUBMUCOSAL FIBROIDS ON TRANSVAGINAL ULTRASOUND

MESQUITA MAGALHAES, FERNANDA (CENTRO UNIVERSITARIO INTA - UNINTA)
SANTOS PALHETA, MICHEL (CENTRO UNIVERSITARIO INTA - UNINTA)
GOMES SEVERIANO, ANA ROBERTA (CENTRO UNIVERSITARIO INTA - UNINTA)
DE AZEVEDO RANGEL, ANTÔNIO LUCAS (CENTRO UNIVERSITARIO INTA - UNINTA)
CARDOSO SIMÕES VIEIRA BARBOSA, JOSÉ BERNARDO (CENTRO UNIVERSITARIO INTA - UNINTA)
JACOME DE AZEVEDO, LEONARDO (CENTRO UNIVERSITARIO INTA - UNINTA)
Uterine fibroids are the most common tumors found in the female genital tract. Submucosal fibroids are the ones that most […]

Uterine fibroids are the most common tumors found in the female genital tract. Submucosal fibroids are the ones that most frequently cause menorrhagia and infertility. In these cases, hysteroscopic myomectomy is a therapeutic option for patients with abnormal uterine bleeding and/or infertility where there is a need to cause as little myometrial damage as possible. In 2005, Lasmar et al. published an article on a new classification for the description of submucosal fibroids seen by hysteroscopy. However, submucosal fibroids can be well evaluated on transvaginal ultrasonography and demonstrated in exam illustrations. To show how the assessment of the STEP-W classification for submucosal fibroids can be included in the transvaginal ultrasound examination. Step-by-step demonstration of ultrasound assessment for submucous fibroids in transvaginal ultrasound following the approach recommended by the LASMAR / STEP-W scoring system for submucous fibroids. An ultrasound description of submucosal fibroids was demonstrated according to the STEP-W classification (size, topography, extent, penetration, and wall). The STEP-W classification of submucosal fibroids can be described using transvaginal ultrasound; in addition, it allows a better prediction of hysteroscopic myomectomy.

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