Trabalhos 
Científicos

8 a 12 de outubro
100% online

(INCLUSO DENSITOMETRIA ÓSSEA, FÍSICA DAS RADIAÇÕES, RADIAÇÃO IONIZANTE, MEIOS DE CONTRASTE, PROTEÇÃO RADIOLÓGICA)


TRABALHO ORIGINAL

RADIOLOGIA GERAL

RG01

EFFECT OF PATIENT SIZE, COMORBIDITIES, AND PATIENT OUTCOMES ON RADIATION DOSES ASSOCIATED WITH CHEST CT: EXPERIENCE FROM A PRIVATE HOSPITAL IN BRAZIL

OLIVEIRA BERNARDO, MONICA (PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO)
MORGADO,FLAVIO (PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO)
CUTER, MARIA CRISTINA (HOSPITAL MIGUEL SOEIRO)
GANDOLFO HENSCHEL, RENAN (PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO)
SHADI EBRAHIMIAN (HARVARD SCHOOL, EUA)
KALRA,MANNUDEEP K (HARVARD SCHOOL, EUA)
Objectives: To assess the effect of patient size, comorbidities, and patient outcomes on radiation doses associated with chest CT in […]

Objectives: To assess the effect of patient size, comorbidities, and patient outcomes on radiation doses associated with chest CT in patients with COVID-19 infection.
Methods: Our ethical board approved, observational study included 370 consecutive patients (52 ± 17 years; male: female 236: 134) who underwent one or more non-contrast chest CT examinations for evaluation of RT-PCR positive COVID-19 pneumonia or its related complications. All patients were scanned on a 64-channel multidetector-row CT scanner (Philips Healthcare). We recorded patient’s age, gender, body mass index (BMI), comorbidities, and outcome (mechanical ventilation, ICU admission, recovery, death). Number of chest CT exams for each patient were recorded along with their individual radiation dose descriptors (CT dose index-volume [CTDIvol] and dose length product [DLP]). Data were analyzed with Software R3.6.2. using Pearson’s chi-square test for categorical data, and Mann-Whitney and Kruskal Wallis tests for radiation doses.
Results: A total of 694 chest CTs were performed in 370 patients (1CT: 41%, 150/370 patients; 2CTs: 39%, 145/370; ≥ 3CTs: 20%, 75/370). Most patients (89-96%) with ≥ 2CTs had comorbidities (asthma, COPD, hypertension, diabetes, and heart diseases). The overweight (median CTDIvol 8.9 mGy IQR 1.4) and obese patients (12.3 mGy, IQR 4) received significantly greater radiation dose as compared to normal BMI patients (7.6 mGy IQR 1.4) (p<0.001). There was no significant difference in CTDIvol between the patient outcome (death or mechanical ventilation [n=118 patients] vs. recovery and no mechanical ventilation [n=232 patients]) or between those with and without comorbidities (presence vs. absence) (p=0.09-0.2). There was no change in radiation doses between the baseline and follow-up CT exams (p>0.5). Chest CT radiation doses in our center were comparable to those reported in ACR Dose Index Registry but higher than those in the European surveys.
Conclusions: Large patient size and comorbidities have substantial effects on the number of performed chest CTs and associated radiation doses; however, patient outcome or disease severity did not affect radiation doses associated with individual CT exam.
Clinical relevance: Chest CT protocols must be optimized to reduce radiation doses for all weight group and for those patients requiring follow-up imaging.

TRABALHO ORIGINAL

RADIOLOGIA GERAL

RG02

IMPLANTAÇÃO DE MONITORAMENTO DA DOSE DE RADIAÇÃO EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA: PROJETO PILOTO.

OLIVEIRA BERNARDO, MONICA (PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO)
FLAVIO MORGADO (PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO)
MOSCATELLI, ANTÔNIO ALBERTO (HOSPITAL MIGUEL SOEIRO)
BELLEGARD, LUIZ MARIO (HOSPITAL MIGUEL SOEIRO)
CUTER, MARIA CRISTINA (HOSPITAL MIGUEL SOEIRO)
COSTA, PAULO ROBERTO (IFUSP)
INTRODUÇÃO: O aumento da utilização de exames radiológicos e a possibilidade de maior exposição à radiação ionizante é tema relevante […]

INTRODUÇÃO: O aumento da utilização de exames radiológicos e a possibilidade de maior exposição à radiação ionizante é tema relevante na comunidade médica e reguladora. O monitoramento da dose de radiação em tomografia computadorizada (TC) tem sido aplicado no fortalecimento da segurança do paciente, melhoria de qualidade e no o planejamento de ajustes da dose (otimização), seguindo as normativas da RDC 330/19 , iniciativas internacionais e certificações, reforçando a proteção radiológica.
OBJETIVO: Implementar a monitoramento da dose de radiação em tomografia de um hospital privado por meio da análise de um sistema de registro de dose para adultos e crianças. METODOLOGIA: Estudo observacional, quantitativo prospectivo, aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa. Aplicação dos passos de mudança (Kotter): 1. Estabelecer a estratégia, escolher o sistema e as modalidades de exame(crânio, tórax, abdome e pelve); 2. Engajar uma equipe multiprofissional (técnicos de radiologia, radiologistas, tecnologia de informação, engenheiros e gestores); 3. Implementar a coleta diária de dados anonimizados pelo sistema: avaliação do diâmetro efetivo, peso padrão, sexo, idade, análises estatísticas; avaliação da mediana e quartis 25 e 75 das grandezas dosimétricas CTDI vol e DLP; kV, mAs, pitch, tempo de rotação (s); no ano de 2020; selecionado paciente padrão; 4. Comunicar a visão à comunidade operacional; 5. Capacitar a equipe; 6. Comunicar as análises; 7. Avaliar relatórios periódicos trimestrais; 8. Implantar as mudanças na cultura da organização com recomendações para otimização.
RESULTADOS: Análise preliminar de 2.229 exames de TC revisados em 2020. Exemplo de TC abdominal adulto, paciente padrão, segundo os valores dosimétricos de CTDI vol, DLP e SSDE para quartil 25, mediana e 75 foram respectivamente (12,14,18), (571; 733; 955) e (14,16,18 ). Elaborado estratégia de recomendação para otimização com reavaliação de protocolo, aumento do pitch, redução do tempo de rotação e da extensão da varredura e do número de fases. Adicionado na certificação hospitalar.
CONCLUSÃO: Implementado com sucesso o monitoramento nos exames de tomografia da emergência. O projeto foi uma ferramenta de alerta e ajuste com enfoque educacional sobre a dose em tomografia com aumento da segurança do paciente seguindo os princípios em proteção radiológica.

RELATO DE CASO

RADIOLOGIA GERAL

RG03

GOSSIPIBOMA (TEXTILOMA) INTRATORÁCICO: RELATO DE CASO.

ZENI, RICARDO (HOSPITAL GERAL DE CAXIAS DO SUL)
WILTGEN, ANDRESSA (HOSPITAL GERAL DE CAXIAS DO SUL)
DE AVILLA, THIAGO CASTRO (HOSPITAL GERAL DE CAXIAS DO SUL)
SCATOLA, FERNANDA (HOSPITAL GERAL DE CAXIAS DO SUL)
VIEGAS, TIAGO FERREIRA (HOSPITAL GERAL DE CAXIAS DO SUL)
BIAZUS, PAULA GHIDINI (HOSPITAL GERAL DE CAXIAS DO SUL)
Introdução: Gossipiboma (GSPB) e textiloma são termos usados para descrever corpos estranhos têxteis deixados em alguma cavidade do corpo durante […]

Introdução: Gossipiboma (GSPB) e textiloma são termos usados para descrever corpos estranhos têxteis deixados em alguma cavidade do corpo durante procedimento cirúrgico, considerados uma complicação cirúrgica incomum pouco relatada devido à implicações médico-legais associadas. Podem ser confundidos com tumores, abscessos entre outros. As manifestações clínicas e complicações são variáveis, sendo o diagnóstico muitas vezes desafiador Relatamos um caso de GSPB com seus achados clínico-radiológicos contribuindo assim na identificação dessa rara complicação cirúrgica. Descrição: Paciente procura atendimento de emergência por dor torácica, sendo diagnosticado com infarto agudo do miocárdio com lesão trivascular no cateterismo cardíaco, sendo indicada a realização de cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) . Após a CRM, paciente evoluiu com quadro de febre e leucocitose após cinco dias da cirurgia, sendo realizado radiografia de tórax que demonstrou opacidade de aspecto consolidativo no campo pulmonar superior esquerdo. Complementação com tomografia computadorizada de tórax evidenciou presença de uma massa heterogênea no campo pulmonar superior esquerdo, espongiforme, contendo focos gasosos de permeio e linha radiopaca (relacionado ao marcador do tecido), compatível com GSPB. Foi realizada toracotomia com a retirada do corpo estranho, apresentando melhora do quadro clínico do paciente. Discussão: A frequência dos GSPB durante procedimentos cirúrgicos pode variar de 1: 1000 até 1: 10000 casos. O paciente pode permanecer assintomático ou apresentar sintomas variados, sendo os mais comuns sensação de massa e dor. Os sítios mais comuns do GSPB são abdome, pelve e tórax. Complicações podem ocorrer e ser de gravidade variável, como infecções locais, formação de abscessos, fístulas, peritonite, dentre outros. A tomografia computadorizada é o melhor método para a sua avaliação, observando-se uma massa de paredes espessadas, heterogênea, podendo apresentar focos gasosos de permeio, com aparência espongiforme e, geralmente, com presença de material metálico radiopaco linear (marcador). No período pós operatório imediato, o padrão de imagem pode imitar a aparência de partículas de "gel-foam", utilizadas para conter hemorragia intraoperatória. O GSPB adjacentes à pleura podem aparecer como uma massa complexa apresentando camadas concêntricas de diferentes densidades ou massa calcificada.

ENSAIO ICONOGRÁFICO

RADIOLOGIA GERAL

RG04

COMPLEMENTAÇÃO DA DENSITOMETRIA ÓSSEA COM O RÁDIO 33% - QUANDO FAZER ?

SALES GUEIROS, CAIO (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE)
SOUTO MAIOR PAULA AGUIAR, BRUNO (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE)
PEREIRA BELLO, RODRIGO (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE)
ARAGAO FELIX, FILIPE (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE)
ARRUDA, KYLZA (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE)
BRIZENO FERREIRA LOPES, ANA KARINA (HOPSITAL DA MULHER DO RECIFE / BORIS BERENSTEIN / HOSPITAL DAS CLÍNICAS DE PERNAMBUCO)
Introdução O exame de Densitometria Óssea (DMO) é o método ouro para avaliação da massa óssea, predizendo o risco de […]

Introdução
O exame de Densitometria Óssea (DMO) é o método ouro para avaliação da massa óssea, predizendo o risco de fratura. As medições ósseas mostraram a capacidade de prever o risco de fratura, sendo uma ferramenta fundamental no rastreio de doenças relacionadas à baixa densidade mineral óssea em pacientes. Além do screening diagnóstico, também serve para acompanhamento de pacientes em vigência de tratamento de perda de massa óssea. Segundo a Organização Mundial da Saúde, os sítios ósseos utilizados no estudo densitométrico são fêmur proximal (colo femoral e fêmur total) e coluna lombar (L1-L4) e antebraço distal (rádio 33%). O rádio 33% é o único sítio ósseo periférico que pode ser utilizado para fins diagnósticos. Este ensaio iconográfico tem como objetivo demonstrar através de imagens as principais indicações de complementação do exame densitométrico com a região de interesse do rádio 33%.
Descrição e discussão
Foram selecionados exames de densitometria óssea no arquivo de imagens de nossos serviços, de pacientes em investigação de redução da densidade mineral óssea, com indicação de realização do sítio rádio 33%.
A complementação do exame com o estudo do rádio distal na DMO permite a obtenção de um resultado acurado não só em situações onde não é possível a avaliação adequada dos corpos lombares ou do fêmur (artefatos metálicos em projeção destes sítios, alterações degenerativas em três ou mais corpos vertebrais lombares, obesidade mórbida), como também em situações com predomínio da desmineralização óssea do osso cortical, como no hiperparatireoidismo. No antebraço, somente o terço distal do rádio deve ser utilizado para diagnóstico. Deve-se dar preferência para estudar o antebraço não dominante do paciente.
A DMO é um exame de fundamental importância para rastreio, diagnóstico e acompanhamento de doenças, como a osteopenia, osteoporose e baixa densidade mineral óssea. A avaliação complementar do antebraço distal é importante para complementar o estudo de DMO em situações específicas, com excelente acurácia.

ENSAIO ICONOGRÁFICO

RADIOLOGIA GERAL

RG05

EXCLUSÃO VERTEBRAL NA DENSITOMETRIA ÓSSEA: QUANDO E PORQUE REALIZAR?

SOUTO MAIOR PAULA AGUIAR, BRUNO (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE)
SALES GUEIROS, CAIO (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE)
ARAÚJO SANTANA TAVARES, MARÍLIA (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE)
ARAGAO FELIX, FILIPE (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE)
ARRUDA, KYLZA (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE)
BRIZENO FERREIRA LOPES, ANA KARINA (HOSPITAL DA MULHER DO RECIFE / BORIS BERENSTEIN / HOSPITAL DAS CLINICAS DE PERNAMBUCO)
Introdução O exame de Densitometria Óssea (DMO) é o método ouro para avaliação da massa óssea, predizendo o risco de […]

Introdução
O exame de Densitometria Óssea (DMO) é o método ouro para avaliação da massa óssea, predizendo o risco de fratura. As medições ósseas mostraram a capacidade de prever o risco de fratura, sendo uma ferramenta fundamental no rastreio de doenças relacionadas à baixa densidade mineral óssea em pacientes. Além do screening diagnóstico, também é utilizado para acompanhamento de pacientes em vigência de tratamento de perda de massa óssea. Um dos sítios ósseos de análise é a coluna lombar, com região de interesse de L1-L4. Este sítio é o único que pode servir de aferição em qualquer faixa etária. Na análise da coluna lombar, devem ser respeitadas algumas orientações técnicas para melhorar a acurácia do exame, como a exclusão de corpos vertebrais, quando necessário. Este ensaio iconográfico tem como objetivo apresentar a importância da avaliação criteriosa do sítio coluna lombar na indicação da exclusão de um ou mais corpos vertebrais para o diagnóstico acurado em exames de densitometria óssea.
Descrição e discussão
Foram selecionados exames de densitometria óssea no arquivo de imagens de nossos serviços, de pacientes em investigação de redução da densidade mineral óssea.
As orientações técnicas para a exclusão de corpos vertebrais nos exames de DMO melhoram a acurácia do método, devendo ser observadas para a adequada realização do exame.
A exclusão de uma ou duas vértebras é feita se houver alteração anatômica, manipulação cirúrgica e processos osteodegenerativos que resultem na diferença de mais de um desvio-padrão entre a vértebra em questão e a adjacente. Se apenas uma vértebra lombar for avaliável, depois de excluídas as demais, o diagnóstico deverá basear-se em outro sítio esquelético, como o antebraço distal.
A DMO é um exame de fundamental importância para rastreio, diagnóstico e acompanhamento de doenças relacionadas à baixa densidade mineral óssea. A exclusão de um ou dois corpos vertebrais quando indicados, devem ser realizadas, visando minimizar a incidência de erros diagnósticos e melhorar a acurácia do exame.

ENSAIO ICONOGRÁFICO

RADIOLOGIA GERAL

RG06

SINAIS RADIOLÓGICOS INSPIRADOS EM ALIMENTOS

OLIVEIRA GOUVEIA, MARIANY (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO)
VALLADÃO RODRIGUES SANTANA, CATARINA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO)
VINICIUS CECCO MIRANDA, MARCUS (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO)
Os radiologistas devem possuir conhecimento profundo sobre várias doenças e suas características radiomorfológicas concomitantes. O papel dos sinais radiológicos descritivos […]

Os radiologistas devem possuir conhecimento profundo sobre várias doenças e suas características radiomorfológicas concomitantes. O papel dos sinais radiológicos descritivos é ajudar a navegar pelo amplo espectro de possíveis achados radiológicos associados a condições específicas. O reconhecimento desses sinais é extremamente útil, vez que muitos deles são bastante específicos e, em alguns casos, patognomônicos. Sendo assim, identificar os sinais radiológicos inspirados nos alimentos é uma forma única e divertida de restringir os diagnósticos diferenciais e fazer um laudo radiológico com maior nível de confiança.

ENSAIO ICONOGRÁFICO

RADIOLOGIA GERAL

RG07

ENSAIO ICONOGRÁFICO DAS CALCIFICAÇÕES DE TECIDOS MOLES

DEL PIERO MARQUES, ANNA JULIA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO)
COIMBRA CLARA, TONY (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO)
VALLADÃO RODRIGUES SANTANA, CATARINA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO)
A calcificação em tecidos moles é caracterizada pela deposição de sais de cálcio em tecidos não mineralizados. Esse tipo de […]

A calcificação em tecidos moles é caracterizada pela deposição de sais de cálcio em tecidos não mineralizados. Esse tipo de calcificação é um achado frequente em exames de imagem, e a avaliação cuidadosa ajuda a diferenciar um achado inocente de uma manifestação sistêmica. Seu diagnóstico pode ser feito por meio de exames de radiografia e de tomografia computadorizada, porém aquele segue como um tipo de exame barato e de fácil acesso. A classificação das calcificações de tecidos moles se divide em: distrófica, quando calcifica tecidos degenerados; metabólica na deposição do cálcio sérico em tecidos sãos, resultando do seu excesso na circulação sanguínea; e idiopática, quando ocorre em tecidos normais, com níveis sanguíneos habituais de cálcio. Determinar a localização da lesão ajuda a deduzir diagnósticos diferenciais. Dessa forma, faz-se necessário conhecer e distinguir os diferentes tipos de imagens radiográficas de calcificações em tecidos moles.

TRABALHO ORIGINAL

RADIOLOGIA GERAL

RG08

MAGNETIC RESONANCE IMAGING IN FAT LESIONS OF CHEST: TECHNIQUE AND MAIN FINDINGS

KNORST KEPLER, CAROLINA (PUC-RS)
AGUIRRE SUSIN, LUIZA (PUC-RS)
CARRA FORTE, GABRIELA (PUC-RS)
GABRIEL FEIJÓ ANDRADE, RUBENS (PUC-RS)
FERREIRA GAZZONI, FERNANDO (PUC-RS)
HOCHHEGGER, BRUNO (PUC-RS)
Introduction: Most lesions that appear in the chest doesn’t have a specific soft-tissue occurrence at imaging, and it has a […]

Introduction: Most lesions that appear in the chest doesn’t have a specific soft-tissue occurrence at imaging, and it has a variety of forms and presentation, including parenchymal and endobronchial lesions such as hamartoma, lipoid pneumonia, and lipoma. Although commonly detected on chest computed tomography, intralesional fat is best characterized using magnetic resonance imaging (MRI). The signal intensity characteristics of fat can be observed on MRI, which is important to identify lesion location and fat characteristics in order to reduce time for differential diagnosis. The present study aims to review MR findings of fat containing lesions of chest and, also, describe fat suppressing techniques utilized to this assessment.
Materials and methods: This study reviewed Fat suppressing Techniques, Chemical-shift Techniques (In-Phase/Out-of-Phase Imaging, Dixon Technique, CHESS (Fat-Sat), Water Excitation), Technique Based on Short T1 of Fat (Short TI Inversion Recovery), Hybrid Techniques (SPIR and SPAIR).
Results: Fat suppression is used to suppress the signal from normal adipose tissue to reduce chemical shift artifact or improve visualization of uptake of contrast material. The second main use is tissue characterization, particularly in fatty contained tumors. Different suppressing techniques are used depending on the fat composition of the tissue.
Conclusions: MRI has become a valuable tool to evaluate fat mediastinal lesions. It is useful to confirm fat that is dubious in others imaging methods, evaluating the invasion of a mass into adjacent structures, and characterizing other tissue components. Fundamental knowledge about MRI technique findings and pathology can help radiologists and clinicians improve patient management of fat lesions.

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